Para rechear os bolos que aqui vou sugerindo, por exemplo, as Bolas de Berlim, pode-se utilizar este creme, chamado de Creme de Pasteleiro.
Ingredientes:
250 ml de leite
75 gramas de açúcar
40 gramas de farinha
2 gemas de ovo
1 ovo inteiro
Preparação:
Ferva 200 ml de leite.
À parte misture os restante ingredientes com 50 ml de leite frio e junte depois ao leite quente ainda ao lume sem parar de mexer até obter um creme espesso.
Retire do lume e deixe arrefecer.
domingo, 28 de junho de 2009
Pão de Leite e Mel
Hoje vou fazer Bolas de Berlim (nham nham!).
Enquanto procurava pela receita do creme das Bolas de Berlim dei de caras com este belo Pão de Leite e Mel no blog da Luisa Marques.
Aqui deixo a receita vinda directa do blog dela.
Ingredientes:
250 g de Leite
50 g de Açúcar (usei Mel)
50 g de Margarina
1 colher (de sobremesa) de Sal
500 g de Farinha
1 Saqueta de Fermipan
Preparação:
Colocar os ingredientes na MFP pela ordem indicada.
Escolher o programa Pão Doce, colocar cor média.
Misturar três (colheres de sopa) de leite com uma colher (de sopa) de açúcar.
Levar ao microondas para derreter o açúcar e deitar por cima do pão de leite quando faltar meia hora para terminar de cozer.
Enquanto procurava pela receita do creme das Bolas de Berlim dei de caras com este belo Pão de Leite e Mel no blog da Luisa Marques.
Aqui deixo a receita vinda directa do blog dela.
Ingredientes:
250 g de Leite
50 g de Açúcar (usei Mel)
50 g de Margarina
1 colher (de sobremesa) de Sal
500 g de Farinha
1 Saqueta de Fermipan
Preparação:
Colocar os ingredientes na MFP pela ordem indicada.
Escolher o programa Pão Doce, colocar cor média.
Misturar três (colheres de sopa) de leite com uma colher (de sopa) de açúcar.
Levar ao microondas para derreter o açúcar e deitar por cima do pão de leite quando faltar meia hora para terminar de cozer.
Pão Australiano (Aussie Bread do Outback)
No blog da Cinarasplace está a receita do Pão Australiano, tipo Aussie Bread do Outback. É uma receita bastante elogiada no blog onde está publicada a receita, pelo que aqui deixo a mesma receita retirada desse blog, para poderem experimentar.

Ingredientes:
1 1/4 xícara de água morna
Corante alimentício marrom (opcional)
2 colheres (sopa) de margarina
1/2 xícara de melado
1 3/4 xícara de farinha de trigo
1 xícara de farinha de trigo integral
1 xícara de farinha de centeio
2 colheres (sopa) de chocolate em pó
3 colheres (sopa) de açúcar mascavado
1 colher (chá) de sal
1 colher (sopa) de glúten
1 1/2 colher (chá) de fermento biológico seco
Fubá para polvilhar
Preparação:
Na máquina de pão, misture 60 gotas de corante marrom à água morna, e em seguida acrescente todos os demais ingredientes (menos o fubá), na ordem acima. Ligue no ciclo "Dough" (Massa). Quando o ciclo terminar, remova a massa e separe-a em 6 partes iguais.
Modele 6 pãezinhos de cerca de 12cm de comprimento e 5cm de largura. Polvilhe uma superfície com fubá. Umedeça as mãos, passe-as levemente sobre os pãezinhos e passe-os no fubá. Coloque-os em uma assadeira, cubra com um pano e deixe crescer durante uma hora.
Pré-aqueça o forno a 180° C. Leve os pãezinhos crescidos ao forno e asse por 35 a 40 minutos, ou até dourar. Tire do forno e deixe-os esfriar por 15 minutos. Sirva com manteiga "de verdade", gelada ou amolecida.
Observações importantes:
1) A massa ainda sai da máquina um tanto molinha, mas com um pouquinho mais de farinha é possível modelar os pãezinhos sem deixar a massa dura demais.
2) Em vez de enrolar 6 pãezinhos, eu dividi a massa em 4 pedaços e assei em formas de alumínio descartáveis (21cm x 9,5cm), untadas com spray de manteiga.
3) Os pães não chegam a dobrar de tamanho durante o crescimento dentro das formas. Mas não se preocupem: dentro do forno eles crescem que é uma beleza!
4) Desta vez eu não usei a farinha de glúten porque a minha estava vencida, e não vi diferença alguma. Os pães ficaram fofinhos como sempre!
5) Se quiser servir este pão com uma manteiga parecida com a servida no Outback, é simples: deixe a manteiga atingir a temperatura ambiente e bata-a na batedeira, em velocidade alta. Aos poucos, acrescente água gelada até a manteiga ficar areada. (Use no máximo 1/4 de xícara de água gelada para cada xícara de manteiga batida)
Ingredientes:
1 1/4 xícara de água morna
Corante alimentício marrom (opcional)
2 colheres (sopa) de margarina
1/2 xícara de melado
1 3/4 xícara de farinha de trigo
1 xícara de farinha de trigo integral
1 xícara de farinha de centeio
2 colheres (sopa) de chocolate em pó
3 colheres (sopa) de açúcar mascavado
1 colher (chá) de sal
1 colher (sopa) de glúten
1 1/2 colher (chá) de fermento biológico seco
Fubá para polvilhar
Preparação:
Na máquina de pão, misture 60 gotas de corante marrom à água morna, e em seguida acrescente todos os demais ingredientes (menos o fubá), na ordem acima. Ligue no ciclo "Dough" (Massa). Quando o ciclo terminar, remova a massa e separe-a em 6 partes iguais.
Modele 6 pãezinhos de cerca de 12cm de comprimento e 5cm de largura. Polvilhe uma superfície com fubá. Umedeça as mãos, passe-as levemente sobre os pãezinhos e passe-os no fubá. Coloque-os em uma assadeira, cubra com um pano e deixe crescer durante uma hora.
Pré-aqueça o forno a 180° C. Leve os pãezinhos crescidos ao forno e asse por 35 a 40 minutos, ou até dourar. Tire do forno e deixe-os esfriar por 15 minutos. Sirva com manteiga "de verdade", gelada ou amolecida.
Observações importantes:
1) A massa ainda sai da máquina um tanto molinha, mas com um pouquinho mais de farinha é possível modelar os pãezinhos sem deixar a massa dura demais.
2) Em vez de enrolar 6 pãezinhos, eu dividi a massa em 4 pedaços e assei em formas de alumínio descartáveis (21cm x 9,5cm), untadas com spray de manteiga.
3) Os pães não chegam a dobrar de tamanho durante o crescimento dentro das formas. Mas não se preocupem: dentro do forno eles crescem que é uma beleza!
4) Desta vez eu não usei a farinha de glúten porque a minha estava vencida, e não vi diferença alguma. Os pães ficaram fofinhos como sempre!
5) Se quiser servir este pão com uma manteiga parecida com a servida no Outback, é simples: deixe a manteiga atingir a temperatura ambiente e bata-a na batedeira, em velocidade alta. Aos poucos, acrescente água gelada até a manteiga ficar areada. (Use no máximo 1/4 de xícara de água gelada para cada xícara de manteiga batida)
Farinhas do tipo 405, 550, 1050, 1700 e outras

Há pouco tempo atrás um leitor pediu-me para ajudar a descodificar esta numeração de tipos de farinhas, que não usamos em Portugal mas que surge em receitas de outros países, onde esta numeração é usada.
E descobri, finalmente, a que equivale cada um destes números em relação às nossas farinhas.
O número que surge para classificar cada tipo de farinha é uma medida sobre a fibra que contem e sobre o tipo de extracção realizado.
Uma farinha 405 é uma farinha branca de trigo corrente.
Uma farinha 550 é uma farinha branca de trigo com cor creme (já com mais fibra - mais adequada a fazer pão)
Uma farinha 1050 é uma farinha integral de trigo com 90% de extracção.
Uma farinha 1700 é uma farinha integral de trigo completa (em que grão de trigo foi todo moído e se converteu em farinha)
O jornal DN tem um artigo de 2006 que explica os diferentes tipos de farinhas, incluindo a 0 e a 00, que também já vi aparecer em receitas. Aqui transcrevo o artigo na sua íntegra :
Quando se compra farinha a primeira decisão é "com ou sem fermento?"Sobre fermentos já falámos há tempos. Hoje apenas trataremos de farinhas sem fermento. Já reparou nas indicações "Tipo 55" ou "Tipo 65"' que surgem nos pacotes? Sabe o que isso significa? Em conversas recentes apercebemo-nos de que nem toda a gente o sabe. Vamos então tratar disso.
Um grão de trigo é uma estrutura complexa constituída por diferentes camadas. Do ponto de vista genético existem duas espécies de trigos: o trigo mole (Triticum aestivum), adequado à padaria, pastelaria e ao fabrico de bolachas, cujo produto da moenda é a farinha; e o trigo duro (Triticum durum), usado no fabrico de massas alimentícias, cujo produto de moenda é a sêmola
Quando chega à moagem, o trigo mole é sujeito a várias operações de limpeza e, por questão de conservação, é-lhe retirado o gérmen. Só depois se inicia o complexo processo de triturações e peneirações sucessivas, dos quais resultam vários tipos de farinha.
Uma farinha pode conter todas as partes do grão - farinha integral - ou apenas a parte central - endosperma - e é muito branca. E entre estas duas situações há todas as intermédias.
Se levarmos uma farinha extremamente branca a um forno a 550º C, o resíduo da queima - a cinza - será mínimo. Já uma farinha integral deixará um resíduo de cinza muito maior, uma vez que contém uma grande quantidade de sais minerais, que não ardem. É a percentagem de cinzas que define o tipo comercial de farinha.
Assim, as farinhas 45 e 55 são as mais brancas; contêm um pouco mais de amido e de glúten e menos fibra e vitaminas e dão origem a um pão de miolo muito branco. Uma farinha 110 dará origem a um pão mais escuro, uma vez que tem mais casca, mas, também, mais dietético.
As farinhas que mais se comercializam no nosso País são a 55 e 65. A farinha 45, por exemplo, tem que ser encomendada a uma moagem.
Já em Itália a designação comercial das farinhas é diferente, o que por vezes causa dúvidas. Uma farinha 00 terá um máximo de 0,50% de cinza e uma do tipo 0 pode ter uma cinza máxima de 0,65%.
Qual o tipo de farinha mais adequado para fazer pão?
Isso tem pouco a ver com a percentagem de cinzas. Dentre os trigos moles há uns mais adequados ao fabrico de pão (chamados hard e que têm maior quantidade de proteínas que vão formar o glúten), e outros (mais "fracos" - soft) com menos glúten e, por isso, mais aconselháveis a certa pastelaria. O tipo de farinha, definido com base nas cinzas, apenas garante a obtenção de pão de miolo mais branco ou mais escuro. É por isso que nos EUA a designação comercial das farinhas indica o teor de proteína e a sua aconselhável utilização: múltiplos fins, pastelaria, bolos, bolachas, pão, integral... Não há dúvidas de que isso facilita a escolha.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Pão de Arroz com Maizena
O blog Pão de Máquina tem uma receita de pão bastante original, que eu hei-de experimentar.
Se alguém fizer primeiro que eu, pode enviar-me a foto para eu publicar aqui, ok?
É o Pão de Arroz com Maizena.

Ingredientes:
1 ½ copo de leite ou água com 3 colheres de sopa de leite em pó
2 colheres de sopa de açúcar
1 ½ colher de chá de sal
3 colheres de sopa de óleo ou margarina
3 ovos
3 copos de farinha de arroz
1 copo de amido de milho ( farinha Maizena )
2 colheres de sopa de fermento biológico seco.
Preparação:
Retire a forma da máquina de pão, coloque todos os ingredientes na ordem da receita.
Recoloque a forma na máquina, feche a tampa, programe o ciclo indicado (ciclo 7 – básico – cor da casca: média ou escura) e a cor desejada.
Dica:
Se desejar coloque 1 colher de sopa de: orégãos - ervas finas – cebola, alho e salsinha - a gosto.
Se alguém fizer primeiro que eu, pode enviar-me a foto para eu publicar aqui, ok?
É o Pão de Arroz com Maizena.

Ingredientes:
1 ½ copo de leite ou água com 3 colheres de sopa de leite em pó
2 colheres de sopa de açúcar
1 ½ colher de chá de sal
3 colheres de sopa de óleo ou margarina
3 ovos
3 copos de farinha de arroz
1 copo de amido de milho ( farinha Maizena )
2 colheres de sopa de fermento biológico seco.
Preparação:
Retire a forma da máquina de pão, coloque todos os ingredientes na ordem da receita.
Recoloque a forma na máquina, feche a tampa, programe o ciclo indicado (ciclo 7 – básico – cor da casca: média ou escura) e a cor desejada.
Dica:
Se desejar coloque 1 colher de sopa de: orégãos - ervas finas – cebola, alho e salsinha - a gosto.
Subscrever:
Mensagens (Atom)